11 de fevereiro de 2011

m ♥


Está na altura de escrever para ti, contar-te o que és para mim, e segredar-te os meus medos. Quero-te dizer que deste-me o mundo nestas últimas semanas, que me aqueces com uma única mão á volta da minha cintura, que morro de ciúmes quando te vejo a sorrir para alguém, que não seja eu. Que adoro o sabor dos teus lábios, a textura da tua pele, a tua barba a roçar na minha cara. Adoro quando me agarras como se tivesses a agarrar o planeta terra, quando me beijas a testa, e dizes que me adoras. É bom pertencer-te, mesmo sabendo que o amanhã ainda está tremido, e que tudo pode acontecer. Tudo depende do mar. Se estiver agitado, vamos ao fundo, caso contrário, continuaremos este nosso caminho. Mas peço-te que não me faças gostar demais, e que depois me vires as costas. Agora, é esse o meu medo. Que te canses da nossa rotina, que te canses das nossas palavras, que te canses das minhas birras e do meu feitio. Não me deixes quando eu mais precisar. Não descoles o teu corpo, do meu, quando o meu mais desejar o teu.
Vales pelo meu coração

2 comentários: